O que mais o impressiona no facto de estarmos na Temporada 7 de The Walking Dead?
Fico surpreso das minhas botas ainda estarem enfiadas nos meus pés.
Que dificuldades teve em regressar a esta temporada sabendo onde ficou na anterior?
Eu não tive plena consciência de como seria difícil até ler o guião, e depois foi… Temos de fazer isto… Temos de filmar este episódio. Uma coisa é ler um guião. E outra coisa é filmá-lo. Tem-se uma perceção do cume que temos de subir.
Em que ponto nas filmagens sentiu que estava de volta à produção?
Desde o primeiro dia. Dentro de 20 minutos, estava com dores e disse, “Ah… Isto é familiar. Devo estar em casa.” Este episódio em particular também porque é um regresso direto. Sente-se que o tempo passou desde o hiato. É tudo muito, muito fresco.
Qual é a parte mais difícil em saber o resultado da Estreia da Temporada 7?
É o melhor trabalho televisivo que já tive na minha carreira e também o mais difícil, porque sabes que te estás a despedir. É como a música de Johnny Cash: “toda a gente que eu conheço vai-se embora no final”. Dessa forma, é único. Uma das coisas emocionantes é que continua a evoluir. Tem de ser assim por definição. Estamos a contar uma história e a história tem de continuar.
O que é que a personagem de Negan traz a esta série?
Já estamos na série há sete anos e só agora estamos a revelar o maior vilão da série. É uma altura muito emocionante e que traz muito entusiasmo. Parece que estamos a esmagar tudo e a começar de novo.
O que torna Negan uma ameaça mais forte do que aqueles que Rick tem enfrentado?
O Governador tinha muitos mais segredos. Não se sabia o que o Governador fazia. O Negan é muito claro. É muito aberto com as pessoas que conhece. Há um encanto, assim como uma lógica aterradora.
Neste momento o Rick já conheceu o seu par?
Sem dúvida que sim. Tudo mudou. O campo de batalha mudou completamente.